Me pergunto se faz mal sonhar demais.
Concluo que sim.
Então retiro a minha sonhada próclise do início desse texto, apenas volto à formalidade e
Pergunto-me por que sonhar demais tem que fazer tanto mal.
Concluo ser somente a realidade.
Rígida como uma ênclise, não obstante meu interior se derreta com a maciez que só um pronome átono em início de conversação proporcionaria.
As próclises iniciais são como meus sonhos.
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