E se chover não se conjuga,
Quero ver quem é capaz de impedir
A nimbus de chorar seu pranto
Ácido.
Nos teus olhos secos de chuva,
Fechados ao som e neon,
Quantas nuvens teus prantos choram?
Quantas tempestades armazenas
No sertão de tuas meninas?
Quantos tufões devastando
A tua sincera mente?
Que tu chovas.
Que tu chores.
Regeneres.
Antes que o caos se instale
E apenas nada reste
No mediastino
Médio e apenas teu.
De mais ninguém.

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