No dia 23 de novembro de 2008 eu provavelmente levantei cedo. Tentava relaxar, mas não conseguia. Um movimento suspeito de qualquer um integrante da família e eu surtaria, literalmente. Dia de vestibular. Prova da Universidade Federal do Espírito Santo, minha primeira opção, naquela época.
A experiência da primeira bomba em um vestibular te ensina que nada do que você estudar na véspera da sua prova será armazenado pelo seu cérebro, por mais desesperador que isso possa parecer. Se você não estudou absolutamente nada durante o ano de preparação para o grande dia, não adianta digerir o livro horas antes da prova. Sério, não tente fazer isso.
Mas eu tinha estudado. Freneticamente, loucamente, associalmente, somente. Meu ano de 2008 não foi nada emocionante. Nada tranquilizante. Mas o martírio estava prestes a acabar, que alívio. Na verdade, metade da minha apreensão já tinha ido embora com a lista de aprovação da UNIRIO, mas, bom, UFES era a minha primeira opção. Ou a primeira opção da minha família, enfim.
Não me lembro do decorrer da prova e nem pretendo. Isso é coisa deletada da minha mente, assim como 2/3 do que eu aprendi durante o ano passado. Coisas que eu não vou precisar na minha vida. Quem precisa saber daquelas mil fórmulas de matemática e física quando se vai estudar medicina? Me diz?
Não me lembro se fui bem ou mal, se saí chorando ou rindo. Com esperança ou não. E, honestamente e com o perdão pelas palavras de baixo calão, estou pouco me fodendo pra isso agora. Não passei, ééé! Fiquei por 1,5 pontos naquela merda de faculdade e não me arrependo de não ter ido pra lá. Vitória não é lugar pra mim, ou pelo menos eu tento enfiar isso na minha cabeça hoje. Passo férias lá amarradona, minhas duas únicas melhores amigas para todo o forever moram lá e eu adoro falar merda com todas duas ♥ mas nem por isso eu não aproveito o Hell de Janeiro igualmente! (Falando nisso, vacas do meu cuore, me aguardem pro Reveillon! Afinal, quem precisa de Beyoncé de graça quando se tem amigas como essas.. sem falar nos queridos Washington e James, que fazem companhia pro Manson, meu verme de estimação.)
Enfim, estou mais interessada no hoje, no presente. No final do meu primeiro período de Medicina. Siiiim! Porque eu vim pra uma grande família chamada Unirio e não me arrependo não. Talvez fique um pouco estressada quando eu vejo todo esse sol de 40 e tantos graus queimando a minha cútis, mas enfim.
Não acordo apreensiva, nervosa, cheia de não-me-toques mais. Ou ao menos, não tanto quanto no ano passado. Me orgulho em dizer que eu não sei porra nenhuma de física ou história. E, excuse me, mas meu nível é Superior Incompleto, e não mais somente um Médio Completo.
E, convinhamos, isso é foda!
A experiência da primeira bomba em um vestibular te ensina que nada do que você estudar na véspera da sua prova será armazenado pelo seu cérebro, por mais desesperador que isso possa parecer. Se você não estudou absolutamente nada durante o ano de preparação para o grande dia, não adianta digerir o livro horas antes da prova. Sério, não tente fazer isso.
Mas eu tinha estudado. Freneticamente, loucamente, associalmente, somente. Meu ano de 2008 não foi nada emocionante. Nada tranquilizante. Mas o martírio estava prestes a acabar, que alívio. Na verdade, metade da minha apreensão já tinha ido embora com a lista de aprovação da UNIRIO, mas, bom, UFES era a minha primeira opção. Ou a primeira opção da minha família, enfim.
Não me lembro do decorrer da prova e nem pretendo. Isso é coisa deletada da minha mente, assim como 2/3 do que eu aprendi durante o ano passado. Coisas que eu não vou precisar na minha vida. Quem precisa saber daquelas mil fórmulas de matemática e física quando se vai estudar medicina? Me diz?
Não me lembro se fui bem ou mal, se saí chorando ou rindo. Com esperança ou não. E, honestamente e com o perdão pelas palavras de baixo calão, estou pouco me fodendo pra isso agora. Não passei, ééé! Fiquei por 1,5 pontos naquela merda de faculdade e não me arrependo de não ter ido pra lá. Vitória não é lugar pra mim, ou pelo menos eu tento enfiar isso na minha cabeça hoje. Passo férias lá amarradona, minhas duas únicas melhores amigas para todo o forever moram lá e eu adoro falar merda com todas duas ♥ mas nem por isso eu não aproveito o Hell de Janeiro igualmente! (Falando nisso, vacas do meu cuore, me aguardem pro Reveillon! Afinal, quem precisa de Beyoncé de graça quando se tem amigas como essas.. sem falar nos queridos Washington e James, que fazem companhia pro Manson, meu verme de estimação.)
Enfim, estou mais interessada no hoje, no presente. No final do meu primeiro período de Medicina. Siiiim! Porque eu vim pra uma grande família chamada Unirio e não me arrependo não. Talvez fique um pouco estressada quando eu vejo todo esse sol de 40 e tantos graus queimando a minha cútis, mas enfim.
Não acordo apreensiva, nervosa, cheia de não-me-toques mais. Ou ao menos, não tanto quanto no ano passado. Me orgulho em dizer que eu não sei porra nenhuma de física ou história. E, excuse me, mas meu nível é Superior Incompleto, e não mais somente um Médio Completo.
E, convinhamos, isso é foda!
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