domingo, 20 de fevereiro de 2011

- brado;

Dizem que caso se passe muito tempo sem que o dom da escrita seja exercido, este, quando procurado novamente, afugenta-se como demônios o fazem em meio à luz do dia. Dizem muitas coisas, é verdade, e muitas não passam de mentiras deslavadas. Mas perceba, se não acredita quando sujeitos indeterminados lhe dizem  tal fato, neste caso lhe digo eu, que possuo a mente transbordando informações, o coração transbordando sentimentos e, ainda assim, consigo somente escrever essas mal tecidas linhas. Contudo, posso adiantar que, em meio a tantos pronomes oblíquos, este texto contém somente um propósito: bradar aos oito vértices do cubo onde me escondo que eu preciso de mais férias. Sem mais, retiro-me do recinto.

Um comentário:

Anônimo disse...

férias! foi-se o tempo que eu sentia falta de aulas...

gente, se isso for verdade, to ferrada. ando numa onda super sem sal, livetc filho de mãe desnaturada!

bju, flor! nem te conheço ao vivo e a cores, mas sou tua fã =D

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Não repares se a forma é apurada
Ou se a métrica foi talvez torcida
Olhe somente a vida dos meus versos
Que a vida do meu verso - é a minha vida.

Vinicius de Moraes